Pós-instalação para Ubuntu 7.10

Muito bem, antes de tudo é preciso habilitar alguns repositórios de pacotes, vá até o menu “Sistema > Administração > Gerenciador de Pacotes Synaptic” e entre a senha quando solicitado.

Com o Gerenciador de Pacotes Synaptic aberto, vá “Configuração > Repositórios”, na aba “Programas do Ubuntu” selecione os 4 primeiros itens deixando o “Código fonte” desmarcado. Vá para aba “Atualizações” e marque o dois primeiros itens (gusty-security e gust-updates). Clique em “Fechar” para sair e clique no botão “Recarregar” que aparece no canto esquerdo superior do programa.

A partir e agora fazemos as instalações pelo terminal, aperte Alt+F2 e chame o “xterm”.

Linhas de comando iniciadas por # devem ser executadas pelo root.
Linhas de comando iniciadas por $ podem ser executada por qualquer usuário do sistema.

Para se tornar root num terminal, use o comando “sudo -i” e entre com a senha quando solicitado.

OpenOffice e Firefox em português:

#apt-get install openoffice.org-l10n-pt-br mozilla-firefox-locale-pt-br

Suporte aos formatos de audio mais comuns (mp3, wma e outros):

#apt-get install gstreamer0.10-plugins-bad gstreamer0.10-plugins-ugly

Plugin do Adobe Flash para o Firefox:

#apt-get install flashplugin-nonfree

Descompactadores para Rar e 7zip:

#apt-get install unrar p7zip

Instalação do mplayer com suporte à legendas e formatos de vídeos mais comuns (wmv, avi, rmvb e outros) e plugin do Firefox:

#apt-get install mplayer mplayer-fonts mozilla-mplayer

Obs.: Serão usados alguns pacotes não-oficais como o w32codecs e libdvdcss2 da http://www.medibuntu.org/.

#wget http://www.medibuntu.org/sources.list.d/gutsy.list -O /etc/apt/sources.list.d/medibuntu.list
#wget -q http://packages.medibuntu.org/medibuntu-key.gpg -O- | apt-key add - && apt-get update
#apt-get install w32codecs libdvdcss2

Fontes mais comuns da Microsoft:

#apt-get install msttcorefonts

Drivers de vídeo da NVidia (versões mais recentes):

#apt-get install nvidia-glx-new
#nvidia-glx-config enable

Aconselhável rebootar a máquina depois de instalar os drivers de vídeo da NVidia:

#reboot

Java e plugin do Java para Firefox:

#apt-get install sun-java5-jre sun-java5-plugin

Obs.: Quando solicitado, concorde com os termos da licença DLJ.

Crie o link para o Java:

#ln -s /usr/lib/jvm/java-1.5.0-sun-1.5.0.06 /usr/java

Com isso, seu Ubuntu já está mais apto a enfrentar as necessidades do dia-a-dia =]

Estamos de volta - não só mais o Slackware

Olá pessoal,

Andei muito ocupado esses dias mas pretendo voltar com o blog agora que as coisas acalmaram. Porém, com uma nova proposta: não só mais o Slackware.

Não só mais o Slackware?

É, não mais.

A partir de agora o blog vai abordar outras distribuições e até outros sistemas operacionais, em especial Ubuntu e OpenBSD.

Tenho usado bastante o Ubuntu e posso afirmar com muita convicção que é a melhor distribuição Linux para iniciantes e até mesmo para usuários antigos preguiçosos (como é meu caso). Incrível como instalar um programa fica simples no Ubuntu, o visual limpo e atraente do Gnome interage muito bem com usuários vindos de outros ambinetes/sistemas operacionais e há muita documentação boa em português além de comunidades nacionais bem ativas. Creio que para servidores há possbilidades melhores, mas para um típico PC o Ubuntu atende muito bem!

Site oficial do Ubuntu: http://www.ubuntu.com/
Planeta Ubuntu Brasil, excelênte site nacional: http://planeta.ubuntubrasil.org/

O OpenBSD prima pela extrema simplicidade, segurança e estabilidade. Em 10 anos o projeto teve apenas duas falhas graves na instalação padrão. Não chama a atenção pelo desempenho - quem faz isso é o FreeBSD - nem pela ampla portabilidade - este é o NetBSD - mas sim por segurança e estabilidade. Interessante também é a filosofia do projeto: nada de drivers ou software proprietário, o ideal é que estejam sob a licença BSD mas a GLP também é aceita. O bom-humor dos desenvolvedores é único e toda versão conta com uma música própria - muito bem feita por sinal - que trás crítica à outros projetos abertos ou problemas com drivers proprietários. Estou me surpreendendo a cada dia com o OpenBSD e viciado nas músicas das versões 3.6 (Ponderosa Puff, som no estilo country) e 4.2 (um rock progressivo que lembra muito Rush). O site oficial tem ótima documentação sendo que a maior parte já foi traduzida para português.

Site oficial do OpenBSD: http://www.openbsd.org/
Músicas do projeto OpenBSD (com as letras e arquivos para baixar): http://www.openbsd.org/lyrics.html

Bom, por hora é isso, até os próximos posts!

Arch Linux, minha nova cobaia - primeiras impressões

Quais as qualidades que te interessam em uma distribuição Linux? Para mim são velocidade, estabilidade e simplicidade, caracteristicas bem conhecidas do Slackware. Desde que ingressei no mundo Slack não tive mais vontade de procurar nada: documentação farta e comunidade ativa de brasileiros, um sistema que atendia todas minhas necessidades.

Fiz, ainda assim, tentativas com outras distros: Ubuntu, Mandriva, PCLinux, Debian, Fedora… mas nada me atraiu. Geralmente essas distros tentam fazer tudo por conta, automaticamente, são pouco flexíveis (tenho um P100 com 32MB de RAM rodando Slackware 12 rodando folgado como gateway e baixando torrents 24 hrs. por dia, é verdade que também roda Apache com PHP e MySQL enquanto faz tudo isso mas é só a título de experiência… enfim, quase nenhuma distro “grande” entraria num PC destes com tanta tranquilidade e sem malabarismo) e são (excessão ao Debian) muito dependente do modo gráfico e de ferramentas gráficas. Ferramentas gráficas são legais, mas nem sempre funcionam bem. Acho mais seguro fazer a coisa alí, na linha de comando, vendo a saída de erro se algo não dá certo.

Tudo bem, posso ter me aprofundado pouco nas distros em questão, e em muitas outras mais, porém sou adepto da filosofia KISS do Slackware: Keep It Sample, Stupid! - Mantenha Isso Simples, Estúpido! - e pelo visto ninguém tem compartilhado dessa filosofia ultimamente.

Outra coisa que me desmotiva é que praticamente todas as distros descendem da “santa trindade” Slackware, Red Hat e Debian. Não gostei do Fedora, excluí-se ai os derivados de Red Hat. Debian e seus afins não me atrairam também, apesar de que acho muito interessante e de extrema importância o projeto desenvolvido peloUbuntu. Slackware eu já uso. Em vez de ficar vendo mais do mesmo decidi ir atrás de distros que fossem feitas a partir do zero, ou “from scratch”. Foi quando a coisa melhorou.

Primeiro fui atrás do GoboLinux, projeto brasileiro pouco conhecido que tem como objetivo reestruturar toda árvore de diretórios do Linux de um modo mais lógico e prático. Apesar da competência dos desenvolvedores e do belo trabalho achei a idéia muito radical, mas uma coisa chamou a atenção: a distribuição era rápida, bem rápida. O KDE “voava”, os outros aplicativos gráficos também respondia bem rápido. O segredo? A distribuição toda era compilada i686. Slackware é i486.

Pensei em compilar os pacotes do Slackware para arquitetura k8 (uso um Athlon 64 aqui) mas, devido ao trabalho que teria, decidi continuar procurar mais um pouco antes.

Descobri o Slam64, um Slackware compilado par arquitetura x86_64. Boa! Ficaria mais otimizado que o i686 usando todo potência do processador! Só que o fato de ser mantido por uma pessoa só não me agradou… decidi procurar um pouco mais e daí veio a feliz surpresa: Arch Linux!

Arch Linux é um linux from scratch, segue a filosofia KISS e é compilado em i686 e x86_64. Sua instalação base é feita em modo texto e trás SOMENTE o básico para o sistema funcionar, deixando você modelar o SO conforme sua necessidade. Você vai precisar baixar o Xorg, seu gerênciador de janelas, o ALSA e tudo mais se pretende um desktop, senão baixe apenas o pacotes do servidor pretendido. Perfeito! Não é sem motivo que vem sendo chamado poraí de Slack Killer. =]

Um belo atrativo é o sistema de pacotes “pacman”. Consegue ser bem simples e prático ao mesmo tempo (e, na minha insiginificante opnião, bem melhor que o apt-get e o yum). Há repositórios oficiais e da comunidade que são muito bem atualizados e relativamente completos. A única coisa que não me agradou muito foi a dependência de uma boa conexão de internet para baixar os pacotes, o CD de instalação é bem pobre e só com ele não se faz muita coisa, porém uma olhada pelo Google deve ensinar um jeito para criar repositórios locais em CDs ou DVDs, é questão de pesquisar um pouco. ;-)

Estou usando o Arch Linux para x86_64 e estou impressionado: é rápido e sólido! Talvez em breve possa pintar um tutorial de instalação e pós-intalação dele aqui.

Gosto muito de Slackware, dificilmente vou abandonar ele, mas tem muita gente poraí com boas idéias e um bocado de atitude, é sempre bom estar de olho.

Para saber mais:
Página oficial: http://www.archlinux.org/
Página nacional: http://www.archlinux-br.org/
Guia de Instalção: http://homepages.dcc.ufmg.br/~soriano/arch_linux/guiadeinstalacaodoarchlinux.html

Experimentem e postem suas opniões!

Instalação de Programas no Slackware

Programas podem ser instalados a partir de pacotes binários pré-compilados para sua distribuição/versão (oficiais ou de terceiros), compilação a partir do código-fonte, a partir de um SlackBuild ou ainda sim de um instalador binário (este quase sempre pertencendo a programas proprietários).

Conceitos:

Um pacote binário pré-compilado é um programa pronto para ser usado pelo sistema, bastando instalar.

Um código-fonte permite que você altere (se lhe interessar) compile e instale o programa.

Um instalador binário é um programa que fará a instalação quando executado.

Nota: Todo instalação de programa no sistema deverá ser efetivada pelo usuário “root”.

1 – Instalação a partir de pacote binário pré-compilado da sua distribuição/versão

Os pacotes pré-compilados são programas prontos para serem usados compactados, bastando instalá-los. Ex:

root@localhost# installpkg gimp-2.4-i486.tgz

Para remover, o procedimento é igualmente simples:

root@localhost# removepkg gimp-2.4-i486.tgz

Os pacotes podem ser oficiais, aqueles que acompanham os Cds de instalação do Slackware ou criados por terceiros (contribuições de usuários espalhados pelo mundo todo).

Deverá ser instalado um pacote compatível com sua distribuição e versão, sendo assim pacotes do Slackware 10 podem não funcionar bem no Slackware 12.

Os nomes dos pacotes seguem a seguinte síntese: programa-versão-arquitetura-compilação_e_autor.tgz

* programa: nome do programa em questão.
* versão: versão do solicitado programa
* arquitetura: arquitetura de sistema ao qual é destinado o pacote (geralmente i486 no Slackware)
* compilação_e_autor: número da compilação do programa e sigla do autor com 3 letras (usado apenas em pacotes de terceiros).
* tgz é o formato do pacote, na verdade não passa de um arquivo tarball comprimido em gunzip. Outras distribuições usam .deb, .rpm, etc.

O sistema de pacotes do Slackware é extremamente simples, sendo que não verifica pendências ao instalar um pacote. Pendência são outros programas necessários para a execução do programa principal. Como exemplo podemos citar o KDE que tem como uma de suas pendências a biblioteca QT. Caso haja pendências, estas devem ser verificadas junto a documentação que acompanha o código-fonte do programa ou no site do mesmo. Também pode-se ler a saída de erro ao tentar executar o programa num shell e interpretar qual a pendência necessária.

Um bom lugar para se procurar pacotes compilados de terceiros para Slackware é http://linuxpackages.net/.

Você pode administrar os pacotes pré-compilados também pela ferramenta pkgtool,a qual só o root tem acesso:

root@localhost# pkgtool

2- Compilação a partir do código-fonte

Uma instalação também pode ser feita a partir do código-fonte. Esta opção é viável se você não encontra o pacote binário pronto para sua distribuição/versão ou se prefere fazer uma instalação mais otimizada do programa em sua máquina: programas compilados tendem a ser mais rápidos pois são compilados conforme a arquitetura exata da máquina em que serão usados. Não espere um desempenho estrondoso, apenas ligeiramente mais rápido.

O primeiro passo é visitar o site do programa e baixar o código-fonte e descompactá-lo para a pasta /usr/src que, pelo padrão de diretórios Linux, é onde os códigos-fonte devem estar e ir até o diretório:

root@localhost# wget -c xmms-1.2.11.tar.gz

root@localhost# tar xvf xmms-1.2.11.tar.gz -C /usr/src

root@localhost# cd /usr/src/xmms-1.2.11

No diretório do código-fonte a instalação pode se resumir, genericamente, a: ./configure, make e make install.

root@localhost# ./configure

root@localhost# make

root@localhost# make install

E para desinstalar:

root@localhost# make uninstall

Este é o método rápido, você pode melhorar um pouco ele:

Antes do ./configure você pode definir as CFLAGS e as CXXFLAGS que garantirão um compilação otimizada do código-fonte (e portanto do programa) ao seu processador:

root@localhost# CHOST=”i686-pc-linux-gnu”

root@localhost# CFLAGS=”-march=i686 -O2 -pipe -fomit-frame-pointer”

root@localhost# CXXFLAGS=”${CFLAGS}”

Acima, após, o CHOST que identifica a arquitetura geral e sistema operacional, os parâmetros de CFLAGS definem que o código fonte terão uma otimização segura (-O0 é nula, -O1 é fraca e -O3 é absurda, podendo ser perigosa e causar travamentos durante a execução do programa) e voltados à máquinas de arquitetura i686 (processadores das famílias AMD k7 ou Intel Pentium Pro adiante). Eliminamos também o uso de frame pointer (-fomit-frame-pointer), que é desnecessário a maior parte do tempo. As CXXFLAGS serão iguais as CFLAGS.

Pode-se otimizar ainda mais sendo mais específico na arquitetura do processador no CFLAG: i386, i486, i586, i686, pentium, pentium-mmx, pentiumpro, pentiumpro, pentium2, pentium3, pentium4, k6, k6-2, k6-3, c3, athlon, athlon-tbird, athlon-xp, athlon-4, athlon-mp, k8, prescot, nocona, etc.

Um conjunto de CFLAGS e CXXFLAGAS detalhadas podem ser encontradas em http://wiki.archlinux.org/index.php/Safe_CFlags .

Durante o ./configure você pode definir alguns parâmetros para uma instalação mais refinada:

root@localhost# ./configure –prefix=/usr –sysconfdir=/etc –localstatedir=/var

Isto faz os arquivos de logs irem para /var, os arquivos de configurações pata /etc e todos os outros para /usr, que são os lugares deles conforme a arquitetura de diretórios padrão Linux. Caso não seja especificados geralmente todos irão para o diretório /usr/local .

Leia sempre os arquivos INSTALL e README que acompanham o código-fonte, eles contém informações importantes como alguns parâmetros especiais que devem ser usados no ./configure dependendo do programa, ou senão use o help do próprio configure:

root@localhost# ./configure –help

Caso o comando ./configure falhe, leia a saída de erro e veja qual o problema, geralmente se trata de uma pendência de programa não satisfeita.

O passo seguinte é o comando make que, com base nas configurações passada pelo ./configure e armazenada no arquivo Makefile irá compilar o programa:

root@localhost# make

Caso você trabalhe com um processador de mais de um núcleo pode usar a opção -j3 para deixar a compilação mais rápida aproveitando melhor os vários núcleos:

root@localhost# make -j3

E, enfim, o comando make install que irá instalar o programa no sistema. Na verdade este é o único comando que deve ser necessariamente dado como root, todos os demais podem ser usados por um usuário normal, porém como estamos trabalhando dentro do diretório /usr/src apenas o root tem permissão de escrita nele.

root@localhost# make install

Ou para desistalar:

root@localhost# make uninstall

Algumas vezes o comando make uninstall não funciona, e isso é um problema, pois você não conseguirá desinstalar o programa de maneira eficiente. Isso ocorre porque nem sempre as pessoas seguem a padronização dos comando de instalação e desinstalação nos programas que fazem, o ideal é usar um pacote pré-compilado ou compilar seu próprio pacote, que se necessário poderá ser removido.

Caso deseja fazer uma nova compilação deve primeiro limpar os resquícios e configurações da compilação anterior:

root@localhost# make clean

Vários programas contém instruções e procedimentos de instalação diferentes estes padrão, portanto sempre leia o README e o INSTALL. Se não resolver, procure a página do desenvolvedor e leia a documentação on-line. Desenvolvedores de programas open-source TEM interesse que as pessoas usem seus programas, portanto sempre informam como instalar e usar o programa.

3 - Os SlackBuilds

SlackBuilds são scrirpt de shell que automatizam a compilação de um programa e criação de um pacote binário do mesmo. O próprio Patrick Volkerding foi quem desenvolveu o sistema para ajudar na compilação de todos os pacotes da distribuição. Para usar um SlackBuild você deve colocar o script junto com o código-fonte do programa, realizar qualquer alteração necessária no script como verificar se a versão do código-fonte bate com a do script e então executar o script. Em pouco tempo um pacote do programa estará disponível no diretório /tmp pronto para instalação.

No site Slackbuilds.org ( http://www.slackbuilds.org/ ) há um FAQ que descreve de maneira simples o uso dos SlackBuilds que traduzi logo abaixo:

Passo 1 – Download Baixe o arquivo de SlackBuild da aplicação que deseja compilar e extraia-o no seu diretório de trabalho. Por exemplo, depois de extrair o arquivo chemtool.tar.gz, você deverá ter a seguinte árvore de diretórios:

./chemtool
|– README
|– chemtool.info
|– chemtool.SlackBuild
|– chemtool.desktop
|– chemtool.png
|– slack-desc

O acesso anônimo por FTP está disponível em ftp://ftp.slackbuilds.org se lhe for mais conveniente.

Depois, baixe o código-fonte da aplicação do endereço listado no arquivo chemtool.info e coloque-o no diretório chemtool com os demais arquivos. Há também um link direto para o arquivo tarball do programa a partir do repositório do slackbuild.org.

Passo 2 – Edite o SlackBuild se necessário

Se a versão do chemtool é mais recente que a especificada no script de SlackBuild, você deverá corrigí-la de acordo. Usando seu editor preferido, abra o script chemtool.SlackBuild e encontre a linha que comece com “VERSION”

VERSION=1.6.7

Mude-a de acordo com a versão atual do fonte do chemtool.

Se alguma versão nova de aplicação não for compilada corretamente apenas com a troca da string “VERSION”, avise ao pessoal da SlackBuild.org (em inglês) pelo link http://www.slackbuild.org/bugs/.

Passo 3 – Execute, como root, o script de SlackBuild

Torne o script executável com o chmod e execute-o:

root@localhost# chmod +x chemtool.SlackBuild

root@localhost# ./chemtool.SlackBuild

Passo 4 – Instale o pacote

Assumindo que tudo correu de acordo com o plano (a compilação terminou sem erros), o pacote pronto deverá estar no diretório declarado na string “OUTPUT” no script SlackBuild (o padrão é o diretório /tmp ). Use installpkg para instalá-lo; provavelmente você moverá o pacote para algum lugar seguro para guardá-lo depois de instalado.

Você pode criar o seu próprio SlackBuild se achar interessante, segue abaixo um link do SlackWiki repleto de instruções: http://www.slackwiki.org/Writing_A_SlackBuild_Script.

4 – Instalador binário

Algumas aplicações, na maioria proprietárias, tem um instalador binário, tal como drivers da Nvidia, Google Earth, etc. Basta executar o instalador como root e seguir as instruções em tela:

root@localhost# ./programa-x.bin

Qualquer dúvida ou problema vale visitar a página do programa e dar uma olhada nas instruções disponíveis.

Habilitando o Compiz no Slackware 12

Compiz é o primeiro gerenciador de janelas para o servidor de janela X que oferece aceleração OpenGL. A integração permite que as janelas possuam efeitos visuais, como animações ao minimizar e uma área de trabalho em forma de cubo. Compiz segue os padrões do ICCCM e por isso pode ser usado no lugar do Metacity do GNOME e KWin do KDE. Foi lançado pela Novell em janeiro de 2006 como uma nova versão do Xgl.

Fonte: Wikipédia, a enciclopédia livre.

A partir da versão 12 o Slackware passou a incluir o Compiz nos seus pacotes nativos (vide Disc 2, pasta slackware/x/compiz-0.5.0-i486-1.tgz), para ativá-lo é necessário apenas três alterações no xorg.conf como root:

#vi /etc/X11/xorg.conf

Antes (primeira alteração):

Section “Device”
Identifier “VESA Framebuffer”
Driver “nvidia”
#VideoRam 4096
# Insert Clocks lines here if appropriate
EndSection

Depois (primeira alteração):

Section “Device”
Identifier “VESA Framebuffer”
Driver “nvidia”
Option “RenderAccel” “true”
Option “AllowGLXWithComposite” “true”
#VideoRam 4096
# Insert Clocks lines here if appropriate
EndSection

Obs: no meu caso uso o driver “nvidia” que eu mesmo compilei (existe um artigo aqui mesmo explicando como fazê-lo), o padrão no xorg.conf é “vesa”. É altamente recomendada uma placa com aceleração 3D suportada em Linux com o driver devidamente instalado para fluidez dos efeitos.

Antes (segunda alteração):

Section “Screen”
Identifier “Screen 1″
Device “VESA Framebuffer”
Monitor “My Monitor”

Depois (segunda alteração):

Section “Screen”
Identifier “Screen 1″
Device “VESA Framebuffer”
Monitor “My Monitor”
Option “AddARGBGLXVisuals” “true”
Option “DisableGLXRootClipping” “true”

A terceira alteração trata-se de incluir as configurações abaixo no final do arquivo, depois do último “EndSection”:

Section “Extensions”
Option “Composite” “Enable”
EndSection

Salve o arquivo e reinicie o modo gráfico (ctrl+alt+backspace). Já no KDE, abra um terminal e digite os seguintes comandos:

$compiz –replace decoration wobbly fade minimize cube switcher move resize place rotate zoom scale &

$kde-window-decorator –replace &

Obs: caso o primeiro comando volte a mensagem “compiz: Failed to load slide: freedesktop” não se preocupe, trata-se de um erro não crítico que não irá atrapalhar o funcionamento do programa.

Seguem uma lista com alguns comando do Compiz:

ctrl+alt+seta_para_direita - move para a próxima área de trabalho usando efeito de cubo

ctrl+alt+seta_para_esquerda - move para a área de trabalho anterior usando efeito de cubo

ctrl+alt+seta_para_cima - coloca todos programas abertos expostos no fundo da tela

ctrl+alt+seta_para_baixo - exibe as áreas de trabalho de forma chata

alt+tab - navega para a próxima aplicação aberta com exibição de miniaturas

alt+tab+shift - navega para a aplicação anterior aberta com exibição de miniaturas

ctrl+alt+botão direito do mouse pressionado na área de trabalho - move cubo das áreas de trabalho

shift+F9 - ativa e desativa efeito de chuva

Instalação do MPlayer no Slackware

MPlayer é, na minha opnião, o mais rapído, leve e poderoso player de videos para Linux.

Vá até a página do MPlayer (http://www.mplayerhq.hu), seção “download” e baixe os seguintes arquivos dos mirrors que preferir:

Source and Binaries -> MPlayer v1.0rc1 source (o programa em si)

$wget -c http://www1.mplayerhq.hu/MPlayer/releases/MPlayer-1.0rc1.tar.bz2

Binary Codec Packages -> codecs directory -> all-20061022.tar.bz2 (todos codecs disponíveis pelo projeto)

$wget -c http://www.mplayerhq.hu/MPlayer/releases/codecs/all-20061022.tar.bz2

Skins -> Blue (é a skin padrão, qualquer outra à escolha pode ser usada)

$wget -c http://www.mplayerhq.hu/MPlayer/skins/Blue-1.7.tar.bz2

Para assistir a DVDs encriptados é necessária a biblioteca “libdvdcss” que é parte do projeto VideoLAN, vá até a página do projeto (http://www.videolan.org), seção “Developers”, opção “libdvdcss” na onde se lê “realeses” como link. Escolha a versão mais atual do código fonte:

$wget -c http://download.videolan.org/pub/videolan/libdvdcss/1.2.9/libdvdcss-1.2.9.tar.bz2

Deve-se instalar as bibliotecas e codecs antes do Mplayer.

Instalando o libdvdcss:

#tar xvf libdvdcss-1.2.9.tar.bz2 -C /usr/src/
#cd /usr/src/libdvdcss-1.2.9/
#./configure –prefix=/usr
#make
#make install

Instalando os codecs:

#tar xvf all-20061022.tar.bz2
#mv all-20061022 /usr/local/lib/codec

Instalando o MPlayer:

Nota: as opções –language=pt_br e –enable-gui usadas no “./configure” são, respectivamente, para compilar com idioma no português do Brasil e suporte à modo gráfico.

#tar xvf MPlayer-1.0rc1.tar.bz2 -C /usr/src/
#cd /usr/src/MPlayer-1.0rc1/
#./configure –prefix=/usr –language=pt_BR –enable-gui
#make
#make install

Instalando a skin:

#tar xvf Blue-1.7.tar.bz2
#mv Blue /usr/share/mplayer/skins/default

Instalando fontes:

Para assistir a DVDs com legendas são necessárias fontes que não acompanham o MPlayer. A sugestão fica por conta de usar as próprias fontes TrueType que acompanham o Slackware. As fontes TrueType ficam localizadas em “/usr/X11R6/lib/X11/fonts/TTF/”, basta o usuário criar um link simbólico apontando para sua fonte preferida apartir de “~/.mplayer/subfont.ttf”. Pessoalmente gosto da DejaVuSans:

$ln -s /usr/X11R6/lib/X11/fonts/TTF/DejaVuSans.ttf ~/.mplayer/subfont.ttf

Cada usuário deverá criar seu próprio link. Qualquer fonte TrueType (.ttf) pode ser usada, basta indicar de maneira correta a localização dela no link ou colocá-la na pasta ~/.mplayer/ renomeando-a para “subfont.ttf”.

Instalação do OpenOffice (BrOffice) no Slackware

Va até a página do progeto nacional do OpenOffice (http://www.broffice.org/), seção “Baixe ja!”, escolha um mirror do BrOffice versão 2.2.0 (atualmente é a mais estável que já vem com corretor ortográfico instalado) e baixe usando o wget em um terminal:

$wget -c http://linorg.usp.br/BrOffice.org/stable/2.2.0/broffice.org.2.2.0.rpm.tar.gz

Extraia o pacote, entre na sub-pasta RPMS e então usando o rpm2tgz converta os pacotes:

$tar xvf broffice.org.2.2.0.rpm.tar.gz

$cd pt-BR/RPMS/

$rpm2tgz *.rpm

Em seguida bastar instalar com o installpkg (necessário o root para esta operação):

#installpkg *.tgz

Após instalado, execute o BrOffice com o comando abaixo:

$/opt/broffice.org2.2/program/soffice.bin

Na primeira execução é exibido a tela de bem-vindo, detalhes da licensa, registro, etc. Passe adiante como preferir (não coloco nome de usuário nem me registro).

É interessante criar um link para o executável para deixar as coisas mais fáceis (como root). No caso abaixo vamos chamar o link de “ooffice”, daí basta executar “ooffice” para o programa funcionar:

#ln -s /opt/broffice.org2.2/program/soffice.bin /usr/local/bin/ooffice

Nota: encontrei alguns ícones muito bonitos para OpenOffice em http://www.zwahlendesign.ch/en/node/20 . Fica a sugestão caso queiram criar um atalho customizado na área de trabalho de seu ambiente gráfico.

Nota: o OpenOffice possuí apenas um executável para todos tipos de arquivos (textos, planilhas, etc), portando vc usará o mesmo “ooffice” para todos tipos de arquivos.

Instalação do driver de vídeo NVidia no Slackware

Va até http://www.nvidia.com/, seção DOWNLOAD DRIVERS, opção Download Driver. Em “Other Drivers” escolha “Linux, FreeBSD, and Solaris Drivers”.

O Slackware 12 é compilado em 32 bits, logo nos interessa os drivers “Linux IA32″. Minha placa de vídeo é uma MSI TNT2 M64 de 32MB, portanto deve usar o driver legado “1.0-71xx series”. Siga a relação abaixo disponível pelo site da NVidia (What’s a legacy driver?), caso sua placa não esteja presente significa que deve usar o driver mais atual disponível ;-)

Placas atendidas pelo driver “1.0-71xx series”

RIVA TNT
RIVA TNT2/TNT2 Pro
RIVA TNT2 Ultra
Vanta/Vanta LT
RIVA TNT2 Model 64/Model 64 Pro
Aladdin TNT2
GeForce 256
GeForce DDR
Quadro
GeForce2 GTS/GeForce2 Pro
GeForce2 Ti
GeForce2 Ultra
Quadro2 Pro

Placas atendidas pelo driver “1.0-96xx series”

GeForce2 MX/MX 400 0×0110
GeForce2 MX 100/200 0×0111
GeForce2 Go 0×0112
Quadro2 MXR/EX/Go 0×0113
GeForce4 MX 460 0×0170
GeForce4 MX 440 0×0171
GeForce4 MX 420 0×0172
GeForce4 MX 440-SE 0×0173
GeForce4 440 Go 0×0174
GeForce4 420 Go 0×0175
GeForce4 420 Go 32M 0×0176
GeForce4 460 Go 0×0177
Quadro4 550 XGL 0×0178
GeForce4 440 Go 64M 0×0179
Quadro NVS 0×017A
Quadro4 500 GoGL 0×017C
GeForce4 410 Go 16M 0×017D
GeForce4 MX 440 with AGP8X 0×0181
GeForce4 MX 440SE with AGP8X 0×0182
GeForce4 MX 420 with AGP8X 0×0183
GeForce4 MX 4000 0×0185
Quadro4 580 XGL 0×0188
Quadro NVS 280 SD 0×018A
Quadro4 380 XGL 0×018B
Quadro NVS 50 PCI 0×018C
GeForce2 Integrated GPU 0×01A0
GeForce4 MX Integrated GPU 0×01F0
GeForce3 0×0200
GeForce3 Ti 200 0×0201
GeForce3 Ti 500 0×0202
Quadro DCC 0×0203
GeForce4 Ti 4600 0×0250
GeForce4 Ti 4400 0×0251
GeForce4 Ti 4200 0×0253
Quadro4 900 XGL 0×0258
Quadro4 750 XGL 0×0259
Quadro4 700 XGL 0×025B
GeForce4 Ti 4800 0×0280
GeForce4 Ti 4200 with AGP8X 0×0281
GeForce4 Ti 4800 SE 0×0282
GeForce4 4200 Go 0×0286
Quadro4 980 XGL 0×0288
Quadro4 780 XGL 0×0289
Quadro4 700 GoGL 0×028C

Procure pelo aquivo com nome semelhante a NVIDIA-Linux-x86-71.86.01-pkg1.run e baixe:

$wget -c http://us.download.nvidia.com/XFree86/Linux-x86/71.86.01/NVIDIA-Linux-x86-71.86.01-pkg1.run

Nota: o argumento “-c” é para continuar o download caso seja parado, aproveitando aquilo que já foi baixado sem recomeçar do zero.

Para a instalação do driver é pré-requisito o “kernel source”, código fonte do kernel que você está usando. Caso seja o kernel padrão do Slackware 12.0 você precisa apenas instalar o pacote “kernel-source-2.6.21.5_smp-noarch-2.tgz” que está no disco 1, pasta “slackware/k/”. Uma kernel customizada deverá ter seus fontes descompactados em “/usr/src/” com a pasta linkada para o atalho “linux/” (ex: ln -s /usr/usr/linux-2.6.22 /usr/src/linux).

Os compiladores gcc deverão estar instalados também, eles estão no disco 1, pasta “slackware/c/”.

Com nenhum modo gráfico ativo (encerre todas as seções abertas, retorne ao sheel puro), vá até a pasta onde o driver foi baixado e execute-o como root:

#sh NVIDIA-Linux-x86-71.86.01-pkg1.run

Responda a algumas perguntas, quando questionado se pretende puxar um módulo pronto pela internet responda que não e em seguida o módulo será compilado. Se a compilação falhar: 1. há um modo gráfico aberto, feche-o 2. você não está logado como root, logue-se 3. os fotes do kernel ou compiladores não estão disponíveis, instale-os 4. você baixou o driver que não corresponde a sua placa de vídeo, baixe o correto 5. o arquivo veio corrompido, baixe-o novamente (extremamente improvável mas…).

Com o driver compilado resta apenas habilitá-lo, como root use seu editor de textos preferido e abra o documento “/etc/X11/xorg.conf” busque o seguinte trecho do arquivo mostrado abaixo e substitua “vesa” por “nvidia”.

Antes:

Section “Device”
Identifier “VESA Framebuffer”
Driver “vesa”
#VideoRam 4096
# Insert Clocks lines here if appropriate
EndSection

Depois:

Section “Device”
Identifier “VESA Framebuffer”
Driver “nvidia”
#VideoRam 4096
# Insert Clocks lines here if appropriate
EndSection

Salve e saia. Reinicie o modo gráfico e será recebido por um logo da NVidia seguido do seu desktop habitual.

Caso o modo gráfico não suba e o shell retorne algum erro as causas mais comuns são: 1. edição errada do arquivo “/etc/X11/xorg.conf”, verifique-o 2. o módulo não foi compilado, repita a compilação e tente encontrar a falha. Se tudo falhar você pode voltar a configuração do “/etc/X11/xorg.conf” de “nvidia” para “vesa” e usar seu desktop sem aceleração gráfica até encontrar o motivo do erro.

Nota: trocas ou recompilações de kernel exigem uma nova compilação do módulo da NVidia.

Instalação do Plug-in do Flash para Firefox no Slackware

Vá até a página do Flash em http://www.adobe.com/products/flash/ , seção “DOWNLOAD”, opção “Get Flash Player”. Opte por baixar o arquivo “.tar.gz”:

$wget -c http://fpdownload.macromedia.com/get/flashplayer/current/install_flash_player_9_linux.tar.gz

Depois de baixado, descopacte o arquivo e execute o arquivo “flashplayer-installer” (é necessário fechar todos Firefox que estiverem abertos):

#tar xvf install_flash_player_9_linux.tar.gz -C /usr/src

#/usr/src/install_flash_player_9_linux/flashplayer-installer

Quando o instalador perguntar o path de instalação, responda “/usr/lib/firefox”:

Please enter the installation path of the Mozilla, SeaMonkey,
or Firefox browser (i.e., /usr/lib/mozilla): /usr/lib/firefox

Na sequencia ele confirma o diretório (y) e pergunta se deseja instalar o plug-in para algum outro navegador (n). Inicie o Firefox e o plug-in estará funcionando.

Configuração do teclado ABNT2 e “Rodinha” do Mouse para Modo Gráfico no Slackware

A configuração de teclado feita na instalação atinge apenas o modo texto. Para o modo gráfico deve-se mudar as configurações do arquivo “/etc/X11/xorg.conf”.

Com seu editor de textos preferido e logado como root, abra o arquivo no trecho abaixo e faça as seguintes alterações:

Antes:

# These are the default XKB settings for X.Org
#
# Option “XkbRules” “xorg”
# Option “XkbModel” “pc105″
# Option “XkbLayout” “us”
# Option “XkbVariant” “”
# Option “XkbOptions” “”

Depois:

# These are the default XKB settings for X.Org
#
Option “XkbRules” “xorg”
Option “XkbModel” “abnt2″
Option “XkbLayout” “br”
# Option “XkbVariant” “”
# Option “XkbOptions” “”

No mesmo arquivo são feitas as alterações para ativar a “rodinha” do mouse, localize o seguinte trecho abaixo e altere-o como no exemplo:

Antes:

# The available mouse protocols types that you can set below are:
# Auto BusMouse GlidePoint GlidePointPS/2 IntelliMouse IMPS/2
# Logitech Microsoft MMHitTab MMSeries Mouseman MouseManPlusPS/2
# MouseSystems NetMousePS/2 NetScrollPS/2 OSMouse PS/2 SysMouse
# ThinkingMouse ThinkingMousePS/2 Xqueue
Option “Protocol” “PS/2″

Depois:

# The available mouse protocols types that you can set below are:
# Auto BusMouse GlidePoint GlidePointPS/2 IntelliMouse IMPS/2
# Logitech Microsoft MMHitTab MMSeries Mouseman MouseManPlusPS/2
# MouseSystems NetMousePS/2 NetScrollPS/2 OSMouse PS/2 SysMouse
# ThinkingMouse ThinkingMousePS/2 Xqueue
Option “Protocol” “IMPS/2″
Option “ZAxisMapping” “4 5″
Option “Buttons” “5″

Reinicie o modo gráfico (ctrl+alt+back_space).